sábado, 4 de agosto de 2012
Um pouco sobre psicologia.
A síndrome do pai ausente pode ser identificada em mais de 70% dos lares atuais. Abdicando tanto os pais e os filhos de um prazer que pode ser apenas deles. Como exemplo: Uma mãe ativa, autoritária que castra todo o "poder" do pai em casa, fazendo ambos perderem momentos importantes da vida do filho. Além de uma mãe ativa, podemos observar que motivos de divórcio,falecimento e outros , podem acarretar a síndrome.
O pai, já longe da sua família, torna-se o pai onipresente,onisciente e onipotente, que é colocado em todas as situações pela mãe. Um dos exemplos que podemos ter de toda a "perfeição" do pai, é quando a mãe cita em determinado momento para repreender ou não seu filho (a):" Seu pai não aceitaria isso", " Se se pai estivesse aqui". Os filhos tentam se tornar um modelo perfeito para os mesmos, para assim receber elogios, abdicando-se de suas personalidades.
Já longe de seu pai, o filho tende a procurar substitutos para seu pai, para assim preencher o vazio que ficara. Outros, procuram ser os valentões para suprir essa falta do pai lhe fizera.
O que mais temo.
Medo de viver, o que seria medo de viver? Medo de dá seus próprios rasantes, de sentir o vento em seus cabelos ou apenas caminhar lentamente curtindo cada segundo.
Porque eu temo viver? Um egoísmo que me "protege" já que eu não poderei conhecer todo o mundo, literalmente e, fazer boa parte dessas pessoas amigos próximos. Conhecer cada segredo das pessoas, cada expressão delas como um amigo próximo.
A madrugada é calada na cidade, mas movimentada ao imaginar cada casa,apartamento... Cada lugar da cidade habitada por alguém. Será que a cada casa que imagino exista um casal, apenas um (a) jovem solteiro (a)? O que eles (as) estão pensando? O dia foi difícil? Sentem-se carentes? Fantasiam com pessoas como eu fantasio?
Talvez meu maior medo seja não conhecer totalmente as pessoas que estão a minha volta, temer não dizer o quanto cada uma é importante. Medo de não ter tempo de dizer o quanto gosto delas .
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
Parte I - Ida de coração e alma.
O sol ainda não tinha nascido, mas ele já estava acordado. Os seus olhos estavam fixos no teto, imaginando o caminho que percorreria naqueles dias. Alguns minutos de preguiça na cama, logo uma ansiedade toma conta de todo seu corpo deixando-a sentir "borboletas no estomago". Ele dormiu? Não. Ele sabia que apenas fechou os olhos e os minutos pareciam horas e as horas pareciam dias.
Já com coragem, ele se levanta e vai em direção a varanda para observar a paisagem para guardar em sua memória pelos dias que passaria longe de sua terra natal. A brisa soprava contra sua face em direção ao sul, sim, em direção onde ele iria. Logo se arremete a dois ou três cigarros depois de tomar um café apressado sem muito apetite, só aquilo lhe tiraria daquela euforia. Alguns minutos após uma leve conversa com sua mãe sobre a falta que faria na casa, logo estava pegando a mala, violão e algumas coisas que esquecera de colocar na mala. Logo estava sendo levado ao Aeroporto...
sábado, 14 de janeiro de 2012
Sem senso.
Errei? Não! Apenas escolhi a incerteza. Escolhi um meio que já visava como seria o fim. Procurei uma força invisível onde eu poderia me apoiar, mas essa "bengala" era invisível, existia apenas em minha mente. Eu a criei e a destruí a poucos minutos atrás.
Não estou sem sentir o chão. Sinto-me bem fundo nele. Não vou negar, atordoado. Estou me sentindo em um novo mundo... Não posso dizer que ele é ruim e nem é bom, pois acabei de entrar nele.
Eu não sinto falta do passado, pois me remeter a esse pensamento é me acovardar do que está a vir pela frente.
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
Será que estou certo? E se não?...
O pensamento de questionarmos, se tomamos as melhores escolhas, se estávamos totalmente claros quando tomamos certo rumo. A escolha certa é aquela que não nos deixa espaço para questionarmos o que seriamos se não tivesse aquele rumo?
Se em um futuro não muito distante existir arrependimento? Saudade por algo que eu não fui, que eu poderia ser, mas escolhi uma outra apenas comprar sonhos de uma vida perfeita.
O que realmente quero? Não sei.... Nem ouso me perguntar.
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